(Source: weaslette)

(Reblogged from thelittlegirl-m)
Eu bebi saudade a semana inteira.
Esteban (via poetizei)

(Source: sol1taria)

(Reblogged from poetizei)

thelittlegirl-m:

Harry Potter & the Deathly Hallows Part 2 | 1015 favourite moments
→ Molly vs. Bellatrix (13/15)

(Source: summcohen)

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(Reblogged from alumbrar)
Quanto cabe da angústia em um pote de estou bem?
Beatriz Fagundes  (via des-esperar-te)

(Source: baudeversos)

(Reblogged from des-esperar-te)

Talvez um dia você procure por mim e não me encontre. Cuidado.

(Source: paradarespiratoria)

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(Reblogged from thelittlegirl-m)
Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.
Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.
Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita ao seu modo.
Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.
Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.
Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro ao médico, para perdoar as fraquezas do outro, para abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.
Drauzio Varella é médico cancerologista, formado pela USP. Nasceu em São Paulo, em 1943.  (via terrorismo-poetico)
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cordialmente:

“My little bird, Eu menti. Eu sei que você tem essa aversidade à mentiras e que tudo te enoja, mas entende que foi isso também que te trouxe para mim. Você ama tudo que você odeia. Foi isso que aconteceu. Por eu ser a idealização de tudo que você nunca sonhou, você me quis. E eu não queria ninguém além de ti. Você sempre mereceu alguém melhor e talvez eu tenha sido muito egoísta te mantendo ao meu lado. Mas entende que ninguém nunca tinha me cuidado daquela maneira. Ninguém nunca tinha percebido minhas faltas, enquanto negava com medo que o mundo não me afetava de nenhum modo. E que eu não morria aos poucos. E que ainda era capaz de voar. Eu não me importava com nada. E de repente eu tinha que olhar por ti e ter certeza que você respirava. Você passou a ser a grande razão. E talvez foi isso que te sufocou. Você não suportava ser o meu mundo e a minha felicidade. Você não conseguia ser nada além de você.. Você sempre foi muito profunda e arrisco dizer que também não conseguia alcançar a si mesma. E carregar o meu peso, o que você fazia sem ao menos ser questionada, te afundava mais. Minha querida, eu tenho a resposta que você tanto buscava em segredo. Você era obcecada em salvar as pessoas, para não ter que se salvar. A dor também é imensidão. Eu entendo agora. Enquanto eu evitava suas quedas era você que me salvava em segredo. Eu menti de todas as formas, minha Eliza. Você sempre foi mais forte que eu. Foi você quem venceu.”

Anna L. Alves, Carta 08. 

(Source: iniludivel)

(Reblogged from cordialmente)